sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Depressão de Fim de Ano

Dois minutos para a meia-noite, e o início de um novo ano. Adeus ano velho, feliz ano novo, para aqueles que já comemoraram a chegada de 2011, e para aqueles que ainda estão por comemorar. Todos estão certamente muito alegres neste fim de ano, animados para outro ano, um novo começo. Mas no fundo, para a maior parte de nós, este novo ano será nada mais que uma repetição do ano passado - as mesmas vitórias e os mesmos fracassos, os mesmos sonhos e a eterna insatisfação de perceber que nenhum deles se realizou. Life goes on.
Para mim, no entanto, lidar com uma imensa tristeza é quase que natural durante o ano novo. Não comemoro a data com entusiasmo nenhum, tudo que fazemos é um bom jantar, e à meia-noite faço um desejo para o próximo ano. A esse ponto do meu post, já fiz meu desejo. Mas no resto, continuo deprimida como sempre fico no último dia de todo ano. A véspera de Ano Novo é uma data de tortura sub-consciente para mim, e provavelmente sempre será. Minhas únicas memórias desta data no passado foram de ser obrigada a ficar acordada até tarde quando preferia estar dormindo para ver e ouvir os ruidosos fogos de artifício, que sempre detestei. Consigo até apreciá-los, em qualquer outro dia do ano, na televisão, e sem som, mas durante o Ano Novo, estes são quase que insuportáveis. Minha sorte este ano é que estou passando o Ano Novo em Providence, nos Estados Unidos, uma pequena cidade bem longe de quaisquer fogos. Mas mesmo assim, continuo detestando profundamente este dia. Acordo no último dia do ano já com um péssimo humor, e durmo com um humor pior ainda.
Prometo neste ano que está por vir mais postagens aqui no blog, mais prosa e poesia.
No mais, me despeço, e espero que todos tenham tido um Ano Novo melhor que qualquer um que eu já passei.

Amalia Bastos

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Um Jantar Ilustre

Bom... Faz um tempo que não posto nada aqui no blog.

Estou tendo pouco tempo para escrever, viajando por várias universidades dos Estados Unidos, mas pensei que talvez fosse interessante responder ao menos uma pergunta por semana para meus pouquíssimos leitores.

Uma das coisas que sempre me pergunto é: se eu pudesse sentar à mesa com quinze pessoas que provavelmente nunca verei em toda minha vida, quem eu escolheria? Compilei, por fim, uma lista. Eu adoraria passar uma tarde, ou até mesmo um dia inteiro, conversando com as seguintes pessoas: J.R.R. Tolkien (autor de “O Senhor dos Anéis”), William Faulkner (um dos maior autores da história, em minha humilde opinião), J.D. Salinger (outro excelente autor, mas que provavelmente não compareceria por detestar aparecer em público), William Shakespeare (que todos conhecem, claro), Charles Darwin (o ‘pai’ da evolução), Richard Dawkins (um grande cientista e ateu, que deve ter mais de 60 anos de idade agora), William Shatner (o ator de Star Trek que faz o papel do ilustre Capitão Kirk na série original), Leonard Nimoy (o genial ator que faz o papel de Spock em Star Trek / Jornada nas Estrelas - série original), Edgar Allan Poe (o autor mais mórbido, romântico e poético que o mundo já teve a honra de conhecer), Gerald Durrell (zoólogo, fundador do zoológico de New Jersey), Agatha Christie (a famosa autora dos mistérios e romances policiais adorados no mundo inteiro), Sting (vocalista da banda The Police, agora dissolvida), Tom Jobim (o grande mestre da nossa querida Bossa Nova), Chico Buarque (um intelectual e músico sem igual) e Peter Jackson (diretor dos filmes baseados nos livros de Tolkien, “O Senhor dos Anéis”, e que estará trabalhando em “O Hobbit” em breve).

Então... Por hoje é isso, mas postarei mais em breve.

Boas festas para todos!